quarta-feira, 16 de abril de 2008

Dói-me...

... sentir que me falta a outra metade.


terça-feira, 15 de abril de 2008

Unravel [me]

[while you are away
my heart comes undone]

Invertendo os sentidos... primeiro as palavras (que tão bem se encaixam em mim...), só depois o som e as imagens.

Unravel

while you are away
my heart comes undone
slowly unravels
in a ball of yarn
the devil collects it
with a grin
our love
in a ball of yarn

he'll never return it

so when you come back
we'll have to make new love

(Björk)


[Done by LynnFox for the Greatest hits tour as a backdrop for the Unravel performance.] fonte

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Agenda

É já no próximo sábado... um concerto em dose dupla. Tenho curiosidade de ver ambos ao vivo. Desta vez, vou "matar dois coelhos de uma só cajadada".



a Jigsaw e Mazgani
Salão Brasil, Coimbra
19/04/2008, 22h
Bilhetes
Venda antecipada - 3€
No dia - 5€

Renaissance

[Live forever or die trying.]

Paris. Ano de 2054. A busca da imortalidade e da beleza eterna. Karas, polícia, é chamado a investigar o desaparecimento de Ilona Tasuiev. Ilona, encontra-se a fazer doutoramento sobre uma doença rara que afecta crianças. Discretamente, trabalha para Avalon, que incita os parisienses a procurar a imortalidade.
Karas procura ajuda junto de Bislane, irmã de Ilona. Juntos, em busca de Ilona, desvendam estudos misteriosos que colocam em risco a continuidade da espécie humana.

Renaissance é um filme de animação, ao estilo film noire, curiosamente passado na cidade-luz, Paris. Uma BD baseada num argumento bastante actual.

Foi utilizada a técnica de captura de movimentos através de sensores colocados no corpo de actores, resultando numa interacção interessante entre todos os movimentos "humanos" e o ambiente que rodeia toda a acção.
Estaremos nós preparados para o futuro? Andaremos nós a ser vigiados? E se nos oferecessem a imortalidade?

Trailer

Realizador Christian Volckman
Género Animação
Nacionalidade França, 2006
Elenco Karas, Daniel Craig (The Invasion, 2007); Bislane, Catherine McCormack (28 Weeks Later, 2007); Ilona, Romola Garai (Atonement, 2007).
Site Oficial

domingo, 13 de abril de 2008

Som do momento

Não que eu seja grande fã de Klaxons, se bem que pouco ou nada deles conheço, mas sendo esta já um hit, ficou presa no ouvido desde que começou a passar com grande frequência nas rádios.

free music


Golden Skans
Myths of the Near Future (Polydor, 2007)

ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh

Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on.
You can forget our future plans.
Night touch my hand with the turning Golden Skans,
From the night and the light, all plans are golden in your hand.

Set sail from sense, bring all her young.
Set sail from where we once begun.
While we wait, while we wait.

A hall of records, or numbers, or spaces still undone.
Ruins, or relics, disciples and the young.
A hall of records, or numbers, or spaces still undone.
Ruins, or relics, disciples and the young.

Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on.
You can forget our future plans.
Night touch my hand with the turning Golden Skans,
From the night and the light, all plans are golden in your hand.

ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh

We sailed from sense, brought all our young.
We sailed from where we once begun.
While we wait, while we wait.

A hall of records, or numbers, or spaces still undone.
Ruins, or relics, disciples and the young.
A hall of records, or numbers, or spaces still undone.
Ruins, or relics, disciples and the young.

Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on.
You can forget our future plans.
Night touch my hand with the turning Golden Skans,
From the night and the light, all plans are golden in your hand
Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on.
You can forget our future plans.
Night touch my hand with the turning Golden Skans,
From the night and the light, all plans are golden in your hand

ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh
ooooooo ahhhh


(letra daqui)

sábado, 12 de abril de 2008

A vida é uma longa viagem...


... e por vezes, sentimos o vazio de termos de viajar sozinhos.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Lomme Bed

Não me importava nada, de me fechar num casulo destes...

... e que ninguém me encontrasse.

[uma ideia Lomme]

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Rasarte Netlabel

Com o (re)nascimento do portal Rascunho para breve (a cesariana está marcada para dia 14 deste mês, ver aqui a 'ecografia'), a netlabel a ele associada - Rasarte - começa a dar (de novo) sinais de vida.
A Rasarte aventurou-se (em 2007?) no mundo, com o intuito de "promoção e agenciamento de jovens artistas de todas as expressões e feições". Conta já com 5 edições e com um conjunto considerável de bandas que ajuda a promover.

O renascimento, traz algumas novidades. Há precisamente um mês (a 11 de março), trouxe à luz o primeiro de uma série de podcasts, com edição (semanal, à 3ª feira) de Carolina Lapa, e constitui-se de um bloco noticioso "de cultura livre", uma entrevista e termina com um tema musical, este último que estará a cargo da mini-rubrica agregada - melomania - da responsabilidade de Gonçalo da Silva Nova.

Outra novidade na Rasarte, é o Blo(gue) do Editor (também este da responsabilidade de Gonçalo da Silva Nova) à semelhança do que acontece com Húmus - blogue do Rascunho.

A última (por agora) novidade da Rasarte, é a série, inaugurada a 2 de abril, de videocasts, assinados por José Luís Costa. Esta série de videocasts, também de periodicidade semanal, desta feita às 4ª feiras, pretende dar alma, vida e voz à poesia. A rubrica - luto lento - traz ao ecrã as palavras de João Negreiros, que também lhes dá voz.

Para comemorar o (re)nascimento, ficam as palavras (e voz) de João Negreiros, no primeiro videocast.
Silêncio, que se vai dizer poesia...


Realização de José Luís Costa
2 de Abril, 2008


[Rasarte no YouTube]

Melonhead

There once was a morose melonhead,
who sat there all day
and wished he were dead.


But you should be careful
about the things that you wish.
Because the last thing he heard
was a deafening squish.


Melonhead
The Melancholy Death of the Oyster Boy and Other, Tim Burton
(fonte)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Rewind

Hoje, andava nas compras, e ouvi isto...



e lembrei-me de uma conversa de há uns tempos. Tears for Fears fizeram parte do início da minha adolescência. E do disco (de vinil), Seeds of Love (Polygram, 1989), apenas lembro esta "Woman in Chains", com a ajuda da voz de Oleta Adams e Phil Collins na bateria.

Saudades? Nem por isso. Mas ficou registada no meu imaginário musical.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Foi para evitar isto...



... que decidi adoptar este.

[foto daqui]

30 Days of Night

[I can smell you blood.]

Um filme estranho. Embora seja uma forma diferente de abordar a temática dos vampiros, julgo que, com demasiada fantasia a partir de um determinado ponto do filme, acabou por se tornar vulgar.

Imagine-se uma cidade no Alasca (Barrow), onde daqui a apenas 1 dia, ficará de noite durante 30 dias. Serão 30 dias de escuridão a que muitos dos habitantes tentam fugir. A maioria permanece, tentando sobreviver. Com a escuridão chegam também mortes estranhas. As mortes sucedem-se e o casal do xerifes, Stella (Melissa George) e Eben (Josh Hartnett) tentam salvar, heroicamente, a cidade. Claro que, previsivelmente, a eles nada acontece. Surpreendentemente ele ainda arrisca, mas o final estraga toda a história.
Demasiados vampiros. Estes demasiado ensanguentados. Demasiada fantasia. Cenas finais demasiado absurdas.

Embora com muito (algum) sangue à mistura, pode considerar-se um filme de terror light.
Para quem quer ver com os seus próprios olhos e tirar as suas próprias conclusões, poderá começar pelo

Trailer

Realizador
David Slade
Elenco
Josh Hartnett, Melissa George, Ben Foster
Nacionalidade
EUA, 2007

segunda-feira, 7 de abril de 2008

domingo, 6 de abril de 2008

Pensamento


... but I'm harder.

sábado, 5 de abril de 2008

Maldoror

Já chegou, finalmente, após uma semana de espera...
Trata-se de uma edição limitada a 3000 exemplares, de venda exclusiva nos locais onde o espectáculo será apresentado ao vivo e no site da Cobra.
A aventura, desta vez em dose dupla, dos Mão Morta, vem "embrulhada" em formato de pequeno livro, de capa dura, onde se incluem 2 CDs e algumas páginas com os textos utilizados. A capa e as iustrações interiores, são da responsabilidade da Isabel Lhano (*), a artista plástica amiga dos Mão Morta e sempre presente em eventos da banda.
É, de facto, e pelo que ouvi (ainda que com pouca atenção), um disco a não perder. Mais calmo, mas não menos acutilante do que ao que os Mão Morta já habituaram os seus fãs.
Do que ouvi, ficou-me preso no ouvido o "estou sujo, roído de piolhos. Os porcos, quando olham para mim, vomitam." (A Porcaria, Maldoror, 2008).
Enquanto vão faltando magens, fica este vídeo de apresentação do Maldoror, por Adolfo Luxúria Canibal.
Mais sobre este CD, pode ser encontrado no blogue do Programa Santos da Casa, da RUC. Por aqui, voltará a falar-se deste disco... certamente.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Auto-ajuda

As coisas boas, recorda-as com carinho e não com saudade. A saudade magoa.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Pensamento (alheio)

Há quem procure lugares de retiro no campo, na praia, na montanha; e acontece-te também desejar estas coisas em grau subido. Mas tudo isto revela uma grande simplicidade de espírito, porque podemos, sempre que assim o quisermos, encontrar retiro em nós mesmos. Em parte alguma se encontra lugar mais tranquilo, mais isento de arruídos, que na alma, sobretudo quando se tem dentro dela aqueles bens sobre que basta inclinar-se para que logo se recobre toda a liberdade de espírito, e por liberdade de espírito, outra coisa não quero dizer que o estado de uma alma bem ordenada. Assegura-te constantemente um tal retiro e renova-te nele. Nele encontrarás essas máximas concisas e essenciais; uma vez encontradas dissolverão o tédio e logo te hão-de restituir curado de irritações ao ambiente a que regressas.

Marco Aurélio (Imperador Romano), in "Pensamentos"


Som do momento

Simplesmente porque hoje me sinto 'outside of myself'...


Madcab - From Outside of Myself
live @ Santiago Alquimista - 23/03/2004
Keeping Wounds Open (Lástima, 2007)

Após 6 anos a correr nas veias... o sangue espalha-se em Fevereiro de 2007. Cuidemos agora das feridas abertas.

Quem são os Madcab
Se Madcab em vez de ser uma palavra tiver de ser duas, ter uma definição ou tradução directa, ou ser a abreviatura de Minimally Assisted Direct Coronary Artery Bypass, que seja. Dispam-se os convencionalismos e as expressões demasiado musicais. Vistam-se as batas. Aqui a música empresta metáforas à ciência. A cirurgia faz-se em palco e os instrumentos usados soam mais a rock que a éter ou soro.

Luís Azevedo Silva (guitarra e voz), Luís Costa (bateria), Filipe Grácio (guitarra) e Nuno Silva (baixo) são os Madcab, banda nascida em Outubro de 2001 nos arredores de Lisboa. Depois de conhecer a sua formação definitiva em Janeiro de 2002 as intervenções que fizeram, sem anestesia e em equipa, oscilaram entre as dezenas de concertos que deram, os ensaios e três demos não editadas — Manifesto, 2002; Anywhere High, 2003 e Utopia Wreck, 2004.

Durante seis anos, na permanente irrigação do sangue — da artéria coronária direita ao ventrículo direito e da artéria coronária esquerda para o ventrículo esquerdo —, sem dormências, fizeram da rebeldia no rock uma atitude consciente. A produção deixou de ser caseira; os instrumentos deixaram de ser outra coisa qualquer, são eles próprios; e a música passou a soar à garagem apertada onde as influências se esgotam individualmente no processo de criar algo único, como um todo.
Keeping Wounds Open, álbum de estreia dos Madcab, foi lançadoa Fevereiro de 2007 e divide-se em dez faixas de rock cardíaco e cirúrgico, onde a medicina se transforma finalmente em música e as feridas se deixam abertas. As guitarras, a bateria e o baixo rasgam, com cordas, baquetas e uma voz não-esterilizada, os corpos que passam pela marquesa, agora amplificada. O risco de vida continua a ser maior que o risco de morte. Sem termos de responsabilidade.

A tensão arterial sobe, a adrenalina contagia corpos virulentos e a obstrução das artérias faz, por fim, jus ao nome que aqui nos trouxe pelo diagnóstico perfeito: Madcab.

(fonte Madcab MySpace)

terça-feira, 1 de abril de 2008

April Fools' Day

É sempre bom saber que um senhor que se chama "Dumuro", que julgo ser "publicitário", gosta de ler o que por aqui escrevo neste cantinho... e que é dos poucos (ou será o único?) que perde algum do seu precioso tempo a deixar-me comentários (ver comentário do post abaixo). Ainda me encaminha para um qualquer site (que ainda não tive tempo de ver... peço desculpa Sr. Dumuro).
Peço desculpa, mas devido ao elevado número de comentários que este blogue recebe, alguns costumam ser apagados. Curiosamente costumam ser os seus. No entanto, agradeço a amabilidade e as visitas que me tem feito ao blogue.

Coisas que nem ao diabo lembra

SLEEPLESS é o projecto de parceria entre o The Great Eastern Hotel (de Londres) e 14 alunos da área do design do Royal College of Art (Design Products Department). O intuito é criar ambientes acolhedores, onde os visitantes poderão experimentar novas sensações e onde descobrirão que o Hotel é muito mais do que apenas o lugar onde podem passar a noite.Os alunos foram convidados a conhecer os recantos, a história e as estórias do hotel, para poderem desenvolver os seus projectos. Todas as experiências colocam os visitantes em interacção com o ambiente. No mínimo curioso.

Bedtime Stories é um dos projectos de Tiago da Fonseca (não consegui descobrir se é português).
…she was reading in bed, couldn’t tell what

Once upon a time there was a blanket. This blanket had several sheets containing a traditional bedtime story. Each "page" adds a layer of linen making you warmer (or cooler) and comfier hopefully guiding you and your partner into a pleasant night’s sleep.


Estou a pensar seriamente em adoptar um destes cobertores... pode ser que me ajude com a falta de sono que por vezes (demasiadas) se apodera de mim. Ou será que me ía manter acordada enquanto não terminasse a leitura? :)

Outro projecto com que Tiago da Fonseca participou, é para os "cuscos". I spy with my little eye... inspira-nos à "cusquice".



...I look and tell the stories of their lives…

A curtain that lets you spy, with your little eye, without being caught in the act.


Para conhecer mais sobre o projecto SLEEPLESS e sobre os alunos que lhes deram vida, basta seguir os links abaixo.

Projecto SLEEPLESS
Royal College of Art
Design Products Department