segunda-feira, 17 de março de 2008

(Des)concentração

Hoje tentei regressar à leitura, do livro que me acompanha já há algum tempo... mas todas as palavras que me passavam nos olhos eram as da minha própria história. Há capítulos da minha vida que insistem em terminar com reticências.

domingo, 16 de março de 2008

Coisas que nem ao diabo lembra

A eco-moda, está na moda. Reutilização de materiais para construção de acessórios modernos e ecológicos.



Materiais: marcadores de feltro usados
Designer: Naulila Luis
Ideia: Experimenta Design
Curiosidade: Produto manufacturado no Estabelecimento Prisional de Tires, Unidade Livre de Droga (Lisboa), num protocolo desta instituição com a Experimenta Design.

sábado, 15 de março de 2008

Bee with red shoes

Vem fechadinha numa caixinha vermelha, a "dream on girl" de sapatos cor de sangue. Esta menina, anda aí, na boca do mundo (como se pode ver aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui e... ainda aqui e aqui). Não há blogue, site, canal televisivo que não tenha já falado de Rita Pereira (não, não sou eu!).

Ex-vocalista dos Atomic Bees, após deixar a banda, calçou os seus sapatos vermelhos e apresentou-se ao mundo, como Rita Redshoes, no ano de 2007. Rapidamente se tornou numa das vozes femininas mais apreciadas.
No entanto, Rita não tem estado parada. Acompanha, ao piano, a banda de David Fonseca, com quem partilha o tema "Hold Still".
Esta abelhinha toca instrumentos variados, como a guitarra, o baixo, piano, bateria... e nunca larga os sapatinhos vermelhos.
Ficou conhecida pelo single "Dream on Girl", que pode ser encontrado na colectânea Novos Talentos - FNAC 2007.
No seu blogue, Rita apresenta-se:

Tudo começa em 1996 com a participação como baterista no grupo de Teatro ITA VERO. Em 1997, um grupo de amigos junta-se e, com Rita Redshoes como vocalista, formam os Atomic Bees, gravando, em 2000, o disco: “Love.noises.and.kisses”, que apresentam um pouco por todo o país. Foi uma das finalistas do concurso Jovens Criadores em 1999, com o projecto Rebel Red Dog, onde tocava baixo. Nesse mesmo ano começa a desenvolver o seu talento para tocar piano, no seu projecto a solo: Photographs. Desde 2003 que integra a banda de David Fonseca, tendo mais recentemente partilhado o tema “Hold Still” incluído em “Our Hearts Will Beat As One”.

“Dream On Girl” marca o arranque de uma carreira... A new star is born! Rita Redshoes!

Golden Era é o álbum de estreia de Rita Redshoes, no momento em que se ouve e vê o novo single "Hey Tom", em todos os blogues e sites.
Para não fugir à regra... aqui fica o vídeo disponível no MySpaceTV.





Rita está a fazer a digressão de apresentação do seu 1º álbum, a qual teve início na Music Box, em Lisboa, no dia 12 de Março (ver vídeo aqui). Mais datas, ver no MySpace Rita Redshoes.
Promete.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Agenda de fim-de-semana

Sugestões para este fim-de-semana...

Para hoje
Madame Godard - Mercado Negro (Aveiro)
John Taylor Trio - Theatro Circo (Braga)
Qwentin - FNAC Fórum (Coimbra)
Coimbra em Blues - Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra)
The Guys From The Caravan - Tertúlia Castelense (Maia)
Sean Riley and the Slowriders - Plano B (Porto)
Mário Laginha & Bernardo Sassetti - Teatro Virgínia (Torres Novas)

Para amanhã
Ramp - Festival Sons de Vez - Casa das Artes (Arcos de Valdevez)
The Guys From The Caravan - Bar N101 (Caldas das Taipas)
Submarine - Kastru's Bar (Esposende)
Madame Godard - Beat Club (Leiria)
A Jigsaw - FNAC Sta Catarina (Porto)
Rita Redshoes - Plano B (Porto)

Para depois de amanhã
A Jigsaw - FNAC GaiaShopping (Porto)
Fat Freddy - FNAC Sta Catarina (Porto)
The Soaked Lamb - Fnac NorteShopping (Porto)

Fonte: Epilepsia Emocional

quinta-feira, 13 de março de 2008

A mandala to color my days




















Maroon Mandala
painting by Paul Heussenstamm



O que são mandalas
A palavra mandala provêm do idioma hindu e significa "círculo concêntrico de energia". Uma mandala é basicamente um círculo, muitas vezes numa moldura quadrada e, é um resumo de uma imagem do mundo e da representação de forças divinas, utilizado para a meditação.

Para que serve uma mandala
Utilizada por sacerdotes e místicos para meditar e curar, uma mandala trabalha enviando impulsos para a mente. Já no antigo epigto era utilizada a força destes círculos para a concentração mental e a activação da energia positiva no corpo. Também se utiliza para estimular a meditação e elevar os níveis de consciência e aumentar a capacidade intelectual e a memória.
Estimulam os chacras, mente e espírito. Facilitam conexões na consciência a que o intelecto não pode chegar. Despoletam o nosso poder interno de cura, amor e paz.

Como usar uma mandala
Olhando a mandala, digamos 5 minutos por dia, a figura irá obviamente exercer um efeito sobre si. Pode conscientemente usar esse efeito através de uma escolha cuidada de uma mandala, ou pintar você mesmo a sua mandala.
Tenha a certeza que escolhe uma mandala que não lhe desperta sentimentos de culpa quando olha para ela. Se tal acontecer mude para outra. Comece por um padrão que lhe agrade e permaneça com ela uma semana ou de preferência um mês antes de desistir dela. Demore algum tempo até sentir que a mandala lhe dá o efeito que deseja. Tente não mudar constantemente.
No entanto não se preocupe se não conseguir qualquer efeito, isso apenas quer dizer que este instrumento não é o mais adequado para si.

Existem três formas básicas de usar a sua mandala

1- Feche os olhos e tente visualizar a imagem. Quer dizer, olhe para a imagem por alguns momentos e depois feche os olhos e tente visualizá-la. Quando perder a visualização, abra os olhos novamente olhe para a imagem e assim por diante.
2- Olhe simplesmente para a mandala sem reparar nela realmente em termos de pormenores.
3-Olhe para a mandala e deixe os seus pensamentos fluir, observando-os sem se deter neles.


Fontes: Sapo Astrologia | Horóscopo Clix


Outras ligações
Mandalas quadradas
Mandalas circulares

Captação de pensamento


The Stoclet Frieze (Tree of Life), 1905-1909
Gustav Klimt

| bio | gallery |


Há certos momentos, breves lapsos de imaginação, que parecem ficar registados em telas. Se esta não tivesse sido elaborada entre 1905 e 1909, diria que me captou o pensamento de há instantes.

(time to rest... boa noite*)

quarta-feira, 12 de março de 2008

Som do momento

Não conheço Adele, mas gosto.
Gosto do nome.
Gosto do tom da sua voz.
Gosto do som desta música.
Gosto do vídeo.
Gosto da letra.

E gostaria de partilhar este momento convosco...



Chasing Pavements

I've made up my mind,
Don't need to think it over,
if I'm wrong I am right,
Don't need to look no further,
This ain't lust,
i know this is love but,

If i tell the world,
I'll never say enough,
Cause it was not said to you,
And thats exactly what i need to do,
If i'm in love with you,

Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere

I'd build myself up,
And fly around in circles,
Wait then as my heart drops,
and my back begins to tingle
finally could this be it

Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere

Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere

terça-feira, 11 de março de 2008

Hoje perdi-me no trânsito... vagueei durante uma hora, na esperança de fugir de mim.
Não consegui.

Pensamento

Perdi-me, no domingo, num banho longo e pensativo.
Há dias em que precisamos de nos fechar num sítio onde possamos ser nós mesmos, para podermos despir-nos dos pensamentos. No banho tenho sempre a esperança que a água que escorre, lave de mim os maus pensamentos, me purifique a alma.
Olho-me no espelho e dou-me conta de que o tempo que me resta de manhã para me olhar é tão pouco, que deixa escapar o que trago chapado na cara. Onde está a alegria que me era habitual? (espero que chegue com os dias de sol...).
Há já algum tempo que não me perdia a olhar para mim. Há uns meses atrás sentia-me bem comigo mesma e gostava de me olhar e pensar que era bom ter alguém que me apreciasse como sou, sem me olhar pela idade que tenho. No domingo, passados alguns meses depois desses sentimentos, concluo que o facto de nos sentirmos bem, altera a visão que temos de nós próprios.
Olho-me mais uma vez e não me revejo naquilo que a minha idade diz que eu sou, ou devia ser. Mas o facto é que eu deixei de me ver como há meses atrás. Pensamos que são os outros que nos vêem de outra forma. Enganamo-nos. Nós não nos vemos como deveríamos.
É estranho pensar em nós mesmos como seres individuais e independentes. É estranha essa solidão. Ultimamente tenho-me sentido uma estranha. Olho-me e apetece-me fugir de mim. Só não tenho para onde.

Blues (re)visitam Coimbra

É já dia 13 de Março, próxima 5ª feira, que arranca o 6º Festival Internacional de Blues de Coimbra. Coimbra em Blues, para os amigos.


© Joana Monteiro


Três dias, três curiosidades.

Dia primeiro. Curiosidade um.
Podemos contar com uma novidade, que resulta do cruzamento de linguagens musicais... Do lado de cá, Dead Combo. Do lado de lá (EUA), Gary Lucas. De um lado, do de cá, temos "fado/blues/western". Do lado de lá, chega-nos "blues/jazz/psicadélico". Dois temas de cada lado. O resultado de uma semana de trabalho em conjunto, Gary Lucas VS Dead Combo, poderá ouvir-se na inauguração desta edição do Coimbra em Blues.

Dia segundo. Curiosidade dois.
Steve Morrison. Billy Jenkins. Britânicos. Conheceram-se em 2003, aquando do 1º Coimbra em Blues, apresentando os seus projectos. Por Steve Morrison, The Blues Abuse. Por Billy Jenkins, The Blues Collective. Desse encontro, nasceu a ideia de, um dia, se associarem num projecto único "Here is the Blues". É esse que apresentam este ano, em conjunto. Steve Morrison & Billy Jenkins, no 2º dia de festival ainda com Afrissippi (EUA).

Dia terceiro. Curiosidade três.
Ruby Ann. Já sem os Boopin' Boozers, a quem emprestou a voz e o nome, em 1998, em Coimbra, cidade natal de Ruby Ann e também do colectivo com os Boopin' Boozers. Ruby Ann, após ter terminado a sua jornada com o colectivo rockabilly, rumou a França. Regressa agora às suas raízes, transportando a sua "mala de cartão". Apanhou o "Train to Satanville" e desce em Coimbra, para apresentar o seu último álbum, na noite de fecho de mais um Coimbra em Blues. Segue-se Mr. Super Chikan. De seu nome James Louis Johnson, que vem do berço dos Blues (Mississippi). Termina assim, mais um Coimbra em Blues, com o senhor que diz "I don't just sing the blues, I am the blues".


Organização Direcção Regional da Cultura do Centro e Teatro Académico de Gil Vicente
Produção Teatro Académico de Gil Vicente
Director Artístico Paulo Furtado
Apoio Carhartt
Colaboração Teatro Municipal da Guarda

Publicidade criativa #2


Para quem rói as unhas. Um aviso ou um remédio.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Rewind

Andei hoje, na minha estante, à procura de alguma coisa que me apetecesse ouvir. Ultimamente tenho procurado novos sons, conhecer novas bandas, mas por vezes sinto falta do que eu gostava de ouvir há uns anos. Regressei, então, ao ano de 1996. Ano em que saiu In a bar, under the sea, dos dEUS. Lembro-me que na altura quase devorei este CD. Hoje, confesso, apenas consegui prender-me a algumas músicas.
Conheci os belgas dEUS, através da música Suds & Soda, do seu primeiro álbum, Worst Case Scenario (Universal-Island Records Ltd., 1994). Mas foi com o 2º álbum que me conseguiram convencer.
dEUS, são liderados por Tom Barman (músico e realizador).
De In a bar, under the sea, volto a lembrar Little Arithmetics, com a sua sonoridade melódica e por fim caótica; Theme from Turnpike, fazendo lembrar Morphine (aliás, o álbum contou com a presença de Dana Colley, no tema Supermarketsong). No entanto, gostei de recordar (For the) Roses.
Embora todos os álbuns que conheço de dEUS tenham músicas que ficam no ouvido, como é o caso de Sister Dew (Ideal Crash, 1999), foi através de In a bar, under the sea que aprendi a ouvir e a gostar da sua sonoridade.

Agora... escutem.
free music


(For the) Roses
Rose said quote: "it's time to make a mess"
Time won't be soon mine in time I guess
She's painting on my back a beautiful flowerpot
And she treats me she treats me she treats me like her local god

Rose said quote: "it's time to make a mess"
This one's yours and yours is self obsessed
She's painting on my back a green tom, the Beefheart one
And she cuddles and she coos and she cuts the bullshit I confessed

She said: "Don't look my way
What can I possibly say
I've never seen you before today
I'm just the one that makes you think of the one
that makes you feel like you're the one."

But thank you for the roses for the roses
So thank you for the roses for the roses
Thank you for the roses for the roses (2 times)

Rose said quote: "it's time to make a mess"
remind me what it is that I do best
She's painting on my back some beautiful something sweet
And she treats me, she treats me, she beats me

Rose said quote: "my time has come at last"
Ugly things through my mind they have passed
She's scratching on my back 'if this boy believes me'
She leaves me, deceives me and takes those flowers just to
please me...

Rose don't mind where she been
She been blind
She been mine
all this time
She been kind
She been blind
She says: "Thank you for the roses for the roses."

Just to thank you for the roses for the roses (5 times)

Just to thank you

(letra daqui)
(ver vídeo)


domingo, 9 de março de 2008

In-Culto

Nasceu in-culto, mas o que não lhe falta é cultura.
in-culto é o ponto de encontro de "órgãos de comunicação cultural independente nacional". É assim que se define.
São já 12, os in-cultos que se uniram nesta causa. Podemos agora seguir de mais de perto blogues/sites como A Trompa, Audiência Zero, Rodobalho, Rascunho, bastando, para isso, subscrever a feed rss comum.
in-culto alimenta-se das feeds dos in-cultos a ele agregados e que são a base do seu conteúdo.
Com um design limpo, simples e funcional, o in-culto é um site de fácil consulta. Tem como principal objectivo, fazer a "divulgação de iniciativas artísticas, culturais e de entretenimento".
Para já, está lançada a pedra-basilar. Na calha está também o I Encontro de Informação Cultural Independente.
São projectos como este, que dão mais visibilidade à divulgação cultural do nosso país. Esta é uma óptima oportunidade de conhecer novos projectos e de nos mantermos informados culturalmente.

Mais aqui.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Som do momento

Passaram-me agora pelos ouvidos, através dos headphones e lembrei-me... Parece que podemos contar com eles, no Paredes de Coura do próximo Verão...
Este ano, de 2008, está a revelar-se profícuo em concertos que me aguçam a curiosidade...

(som do momento...)

Thievery Corporation
Heaven's gonna burn your eyes
The Richest Man in Babylon, 2002

A complexidade das coisas simples

Não que estas palavras possam de alguma forma magoar, por tão bem se encaixarem na minha vida... Certo é, que assim senti não faz muito tempo e que este mesmo tempo teima ainda em trazer à tona sempre que a fragilidade me invade. Aguardemos tempos em que não haja mais ausência, senão a de dor.



Ausência

por Nuno Júdice

«Quero dizer-te uma coisa simples: a tua ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma; mas que não deixa, por isso, de deixar alguns sinais - um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes tivessem roubado o tacto. São estas as formas do amor, podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples também podem ser complicadas, quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade. Porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a realidade aproxima-me de ti, agora que os dias correm mais depressa, e as palavras ficam presas numa refracção de instantes, quando a tua voz me chama de dentro de mim - e me faz responder-te uma coisa simples, como dizer que a tua ausência me dói.»

in Pedro Lembrando Inês

quarta-feira, 5 de março de 2008

Curiosa para...

ver...

(talvez já hoje)

ouvir...

(assim que arranjar)

ler...

(à espera de terminar o "cemitério de pianos")

ver ao vivo...

(talvez no Rock in Rio 2008)

terça-feira, 4 de março de 2008

AHNTENNA by Nesfasto

Criativo, sóbrio, solitário. Nefasto.



"Este trabalho desafia a dificuldade da procura constante de um sentido para a vida (...)" in ESEC-TV blog

O colectivo identifica-o como "Quando o homem absurdo contempla o seu tormento, faz calar todos os ídolos" - Albert Camus

Produção
Bruno Aragão, Ed Nunes, Mário Dinis & Pedro Vaz
Licenciatura em Comunicação e Design Multimédia
cadeira de Produção de Imagem Videográfica (2º ano)
Escola Superior de Educação de Coimbra

segunda-feira, 3 de março de 2008

Sons de Juno

Fiquei presa no excelente genérico do filme Juno... :)

"If you were the floor, I'd wanna be the rug
And if you were a kiss, I know I'd be a hug"




If I was a flower growing wild and free
All I'd want is you to be my sweet honey bee.
And if I was a tree growing tall and greeen
All I'd want is you to shade me and be my leaves

If I was a flower growing wild and free
All I'd want is you to be my sweet honey bee.
And if I was a tree growing tall and greeen
All I'd want is you to shade me and be my leaves

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were a river in the mountains tall,
The rumble of your water would be my call.
If you were the winter, I know I'd be the snow
Just as long as you were with me when the cold winds blow

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were a wink, I'd be a nod
If you were a seed, well I'd be a pod.
If you were the floor, I'd wanna be the rug
And if you were a kiss, I know I'd be a hug

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were the wood, I'd be the fire.
If you were the love, I'd be the desire.
If you were a castle, I'd be your moat,
And if you were an ocean, I'd learn to float.

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were a key, I'd be your chain,
And if you were a sink I'd be a drain
If you were the window I'd be your shutter,
And if you were the cow, I'd be your udder
If you were the chalk I'D be your dust,
And if you were the bread, well I'd be a crust
If you were a candle I'd be your wick,
And if you were a doctor, I'd be SICK!

(letra daqui)

Música, letra e voz: Barry Louis Polisar
in Juno OST

domingo, 2 de março de 2008

Rewind

Por vezes sabe bem regressar a sons antigos. É o caso de Felt Mountain, dos Goldfrapp (Mute Records, 2000).
Este duo, constituído por Alison Goldfrapp e Will Gregory, formou-se em 1999, em Londres. Após Alison ter iniciado a sua carreira musical, no início dos anos '90, com os Orbital e com Tricky, deu a conhecer a Will Gregory a que seria a primeira versão de Human. Houve empatia e a experiência de trabalho em conjunto levou a que Alison e Will se juntassem e formassem os Goldfrapp, em 1999.
Todas as letras de Felt Mountain foram escritas por Alison , inspirada pelo universo cinematográfico e pela sua vivência na juventude.
A sonoridade deste álbum diferente do todos os outros, foi o que mais me cativou. A voz de Alison transporta facilmente para um mundo imaginário, como em Oompa Radar, onde facilmente se consegue imaginar um ambiente circense.

É difícil identificar, em Felt Mountain, a melhor música... No entanto, a que mais facilmente me fica nos lábios é Paper Bag.
Agora... escutem.

free music




Paper Bag

No time to fuck, but you like the rush
Where would we be without sums
Deals we make

Brown paper bag, makes for a hat
When it rains on your head mate
Cheers for that

When the world stops for snow
When you laugh I'm inside
Your mouth

Sucking the sun
Baboons and birds
With the weight of you dear
I forgot

Brown paper bag, makes for a hat
When it rains on your head mate
Cheers for that

When the world stops for snow
When you laugh I'm inside
Your mouth

Oh just go dear
Feels a tear

When you laugh I'm inside
Your mouth

(letra daqui)
(ver vídeo aqui)

sábado, 1 de março de 2008

Feira do Disco e do Vinil

Montada na Praça da República, em Coimbra, entre os dias 1 e 4 de Março de 2008, a habitual tenda vai receber a VI Feira do Disco e do Vinil. Milhares de exemplares de CD, Vinil e DVD, de estilos musicais tão variados como a música clássica, jazz, country, blues, punk, étnica, etc... estarão à espera de milhares de visitantes.
Esta é uma óptima oportunidade para todos os melómanos encontrarem edições limitadas e raridades de todos os géneros musicais.
É também costume encontrar-se todo o tipo de merchandising, como t-shirts, pins e livros, de um sem-número de bandas nacionais e internacionais.
Em Abril podemos contar com a Feira do Livro e em Maio com a Feira de Artesanato de Coimbra, sempre na conhecida tenda que durante meses dinamiza a Praça da República.


Organização
Câmara Municipal de Coimbra
Horário
Sáb, Dom e 2ª Feira: 11h00-23h00
3ª Feira: 11h00-20h00
[Acesso gratuito]