segunda-feira, 17 de março de 2008

Som do momento

Serj Tankian devolve-nos a sua voz, agora a solo, após interregno dos System of a Down. Ando a ouvir, com alguma curiosidade, Elect the Dead. Serj permanece igual a si próprio e fiel às suas convicções.

[The sky isn't over,
The sky is just over us.]



Serj Tankian - Sky is Over
Elect the Dead (Serjical Strike, 2007)



Everybody knows,
Everybody knows,
That you cradle the sun, sun
Living in remorse,
Sky is over,

Don't you want to hold me baby,
Disappointed, going crazy,

Even though we can't afford
The sky is over,
Even though we can't afford
The sky is over,
I don't want to see you go,
The sky is over
Even though we can't afford
The sky is over,

Behind closes eyes lie
The minds ready to awaken you,
Are you at war with land
And all of it's creatures,
Your not-so-gentle persuasion
Has been known to wreck economies
Of countries, of empires, the sky is over,

Don't you want to hold me baby,
Disappointed, going crazy,

Not even from the sun,
Not even from the sun
Not even from the sun,
Don't you want me to run,

Even though you can't afford
The sky is over,
Even though we can't afford
The sky is over,
I don't want to see you go,
The sky is over
Even though we can't afford
The sky is over,
I don't want to see you go,
The sky is over
Even though we can't afford
The sky is over,
I don't want to see you go,
The sky is over
Even though we can't afford
The sky is over,
The sky is over us.

(letra daqui)

(Des)concentração

Hoje tentei regressar à leitura, do livro que me acompanha já há algum tempo... mas todas as palavras que me passavam nos olhos eram as da minha própria história. Há capítulos da minha vida que insistem em terminar com reticências.

domingo, 16 de março de 2008

Coisas que nem ao diabo lembra

A eco-moda, está na moda. Reutilização de materiais para construção de acessórios modernos e ecológicos.



Materiais: marcadores de feltro usados
Designer: Naulila Luis
Ideia: Experimenta Design
Curiosidade: Produto manufacturado no Estabelecimento Prisional de Tires, Unidade Livre de Droga (Lisboa), num protocolo desta instituição com a Experimenta Design.

sábado, 15 de março de 2008

Bee with red shoes

Vem fechadinha numa caixinha vermelha, a "dream on girl" de sapatos cor de sangue. Esta menina, anda aí, na boca do mundo (como se pode ver aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui e... ainda aqui e aqui). Não há blogue, site, canal televisivo que não tenha já falado de Rita Pereira (não, não sou eu!).

Ex-vocalista dos Atomic Bees, após deixar a banda, calçou os seus sapatos vermelhos e apresentou-se ao mundo, como Rita Redshoes, no ano de 2007. Rapidamente se tornou numa das vozes femininas mais apreciadas.
No entanto, Rita não tem estado parada. Acompanha, ao piano, a banda de David Fonseca, com quem partilha o tema "Hold Still".
Esta abelhinha toca instrumentos variados, como a guitarra, o baixo, piano, bateria... e nunca larga os sapatinhos vermelhos.
Ficou conhecida pelo single "Dream on Girl", que pode ser encontrado na colectânea Novos Talentos - FNAC 2007.
No seu blogue, Rita apresenta-se:

Tudo começa em 1996 com a participação como baterista no grupo de Teatro ITA VERO. Em 1997, um grupo de amigos junta-se e, com Rita Redshoes como vocalista, formam os Atomic Bees, gravando, em 2000, o disco: “Love.noises.and.kisses”, que apresentam um pouco por todo o país. Foi uma das finalistas do concurso Jovens Criadores em 1999, com o projecto Rebel Red Dog, onde tocava baixo. Nesse mesmo ano começa a desenvolver o seu talento para tocar piano, no seu projecto a solo: Photographs. Desde 2003 que integra a banda de David Fonseca, tendo mais recentemente partilhado o tema “Hold Still” incluído em “Our Hearts Will Beat As One”.

“Dream On Girl” marca o arranque de uma carreira... A new star is born! Rita Redshoes!

Golden Era é o álbum de estreia de Rita Redshoes, no momento em que se ouve e vê o novo single "Hey Tom", em todos os blogues e sites.
Para não fugir à regra... aqui fica o vídeo disponível no MySpaceTV.





Rita está a fazer a digressão de apresentação do seu 1º álbum, a qual teve início na Music Box, em Lisboa, no dia 12 de Março (ver vídeo aqui). Mais datas, ver no MySpace Rita Redshoes.
Promete.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Agenda de fim-de-semana

Sugestões para este fim-de-semana...

Para hoje
Madame Godard - Mercado Negro (Aveiro)
John Taylor Trio - Theatro Circo (Braga)
Qwentin - FNAC Fórum (Coimbra)
Coimbra em Blues - Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra)
The Guys From The Caravan - Tertúlia Castelense (Maia)
Sean Riley and the Slowriders - Plano B (Porto)
Mário Laginha & Bernardo Sassetti - Teatro Virgínia (Torres Novas)

Para amanhã
Ramp - Festival Sons de Vez - Casa das Artes (Arcos de Valdevez)
The Guys From The Caravan - Bar N101 (Caldas das Taipas)
Submarine - Kastru's Bar (Esposende)
Madame Godard - Beat Club (Leiria)
A Jigsaw - FNAC Sta Catarina (Porto)
Rita Redshoes - Plano B (Porto)

Para depois de amanhã
A Jigsaw - FNAC GaiaShopping (Porto)
Fat Freddy - FNAC Sta Catarina (Porto)
The Soaked Lamb - Fnac NorteShopping (Porto)

Fonte: Epilepsia Emocional

quinta-feira, 13 de março de 2008

A mandala to color my days




















Maroon Mandala
painting by Paul Heussenstamm



O que são mandalas
A palavra mandala provêm do idioma hindu e significa "círculo concêntrico de energia". Uma mandala é basicamente um círculo, muitas vezes numa moldura quadrada e, é um resumo de uma imagem do mundo e da representação de forças divinas, utilizado para a meditação.

Para que serve uma mandala
Utilizada por sacerdotes e místicos para meditar e curar, uma mandala trabalha enviando impulsos para a mente. Já no antigo epigto era utilizada a força destes círculos para a concentração mental e a activação da energia positiva no corpo. Também se utiliza para estimular a meditação e elevar os níveis de consciência e aumentar a capacidade intelectual e a memória.
Estimulam os chacras, mente e espírito. Facilitam conexões na consciência a que o intelecto não pode chegar. Despoletam o nosso poder interno de cura, amor e paz.

Como usar uma mandala
Olhando a mandala, digamos 5 minutos por dia, a figura irá obviamente exercer um efeito sobre si. Pode conscientemente usar esse efeito através de uma escolha cuidada de uma mandala, ou pintar você mesmo a sua mandala.
Tenha a certeza que escolhe uma mandala que não lhe desperta sentimentos de culpa quando olha para ela. Se tal acontecer mude para outra. Comece por um padrão que lhe agrade e permaneça com ela uma semana ou de preferência um mês antes de desistir dela. Demore algum tempo até sentir que a mandala lhe dá o efeito que deseja. Tente não mudar constantemente.
No entanto não se preocupe se não conseguir qualquer efeito, isso apenas quer dizer que este instrumento não é o mais adequado para si.

Existem três formas básicas de usar a sua mandala

1- Feche os olhos e tente visualizar a imagem. Quer dizer, olhe para a imagem por alguns momentos e depois feche os olhos e tente visualizá-la. Quando perder a visualização, abra os olhos novamente olhe para a imagem e assim por diante.
2- Olhe simplesmente para a mandala sem reparar nela realmente em termos de pormenores.
3-Olhe para a mandala e deixe os seus pensamentos fluir, observando-os sem se deter neles.


Fontes: Sapo Astrologia | Horóscopo Clix


Outras ligações
Mandalas quadradas
Mandalas circulares

Captação de pensamento


The Stoclet Frieze (Tree of Life), 1905-1909
Gustav Klimt

| bio | gallery |


Há certos momentos, breves lapsos de imaginação, que parecem ficar registados em telas. Se esta não tivesse sido elaborada entre 1905 e 1909, diria que me captou o pensamento de há instantes.

(time to rest... boa noite*)

quarta-feira, 12 de março de 2008

Som do momento

Não conheço Adele, mas gosto.
Gosto do nome.
Gosto do tom da sua voz.
Gosto do som desta música.
Gosto do vídeo.
Gosto da letra.

E gostaria de partilhar este momento convosco...



Chasing Pavements

I've made up my mind,
Don't need to think it over,
if I'm wrong I am right,
Don't need to look no further,
This ain't lust,
i know this is love but,

If i tell the world,
I'll never say enough,
Cause it was not said to you,
And thats exactly what i need to do,
If i'm in love with you,

Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere

I'd build myself up,
And fly around in circles,
Wait then as my heart drops,
and my back begins to tingle
finally could this be it

Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere

Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere

terça-feira, 11 de março de 2008

Hoje perdi-me no trânsito... vagueei durante uma hora, na esperança de fugir de mim.
Não consegui.

Pensamento

Perdi-me, no domingo, num banho longo e pensativo.
Há dias em que precisamos de nos fechar num sítio onde possamos ser nós mesmos, para podermos despir-nos dos pensamentos. No banho tenho sempre a esperança que a água que escorre, lave de mim os maus pensamentos, me purifique a alma.
Olho-me no espelho e dou-me conta de que o tempo que me resta de manhã para me olhar é tão pouco, que deixa escapar o que trago chapado na cara. Onde está a alegria que me era habitual? (espero que chegue com os dias de sol...).
Há já algum tempo que não me perdia a olhar para mim. Há uns meses atrás sentia-me bem comigo mesma e gostava de me olhar e pensar que era bom ter alguém que me apreciasse como sou, sem me olhar pela idade que tenho. No domingo, passados alguns meses depois desses sentimentos, concluo que o facto de nos sentirmos bem, altera a visão que temos de nós próprios.
Olho-me mais uma vez e não me revejo naquilo que a minha idade diz que eu sou, ou devia ser. Mas o facto é que eu deixei de me ver como há meses atrás. Pensamos que são os outros que nos vêem de outra forma. Enganamo-nos. Nós não nos vemos como deveríamos.
É estranho pensar em nós mesmos como seres individuais e independentes. É estranha essa solidão. Ultimamente tenho-me sentido uma estranha. Olho-me e apetece-me fugir de mim. Só não tenho para onde.

Blues (re)visitam Coimbra

É já dia 13 de Março, próxima 5ª feira, que arranca o 6º Festival Internacional de Blues de Coimbra. Coimbra em Blues, para os amigos.


© Joana Monteiro


Três dias, três curiosidades.

Dia primeiro. Curiosidade um.
Podemos contar com uma novidade, que resulta do cruzamento de linguagens musicais... Do lado de cá, Dead Combo. Do lado de lá (EUA), Gary Lucas. De um lado, do de cá, temos "fado/blues/western". Do lado de lá, chega-nos "blues/jazz/psicadélico". Dois temas de cada lado. O resultado de uma semana de trabalho em conjunto, Gary Lucas VS Dead Combo, poderá ouvir-se na inauguração desta edição do Coimbra em Blues.

Dia segundo. Curiosidade dois.
Steve Morrison. Billy Jenkins. Britânicos. Conheceram-se em 2003, aquando do 1º Coimbra em Blues, apresentando os seus projectos. Por Steve Morrison, The Blues Abuse. Por Billy Jenkins, The Blues Collective. Desse encontro, nasceu a ideia de, um dia, se associarem num projecto único "Here is the Blues". É esse que apresentam este ano, em conjunto. Steve Morrison & Billy Jenkins, no 2º dia de festival ainda com Afrissippi (EUA).

Dia terceiro. Curiosidade três.
Ruby Ann. Já sem os Boopin' Boozers, a quem emprestou a voz e o nome, em 1998, em Coimbra, cidade natal de Ruby Ann e também do colectivo com os Boopin' Boozers. Ruby Ann, após ter terminado a sua jornada com o colectivo rockabilly, rumou a França. Regressa agora às suas raízes, transportando a sua "mala de cartão". Apanhou o "Train to Satanville" e desce em Coimbra, para apresentar o seu último álbum, na noite de fecho de mais um Coimbra em Blues. Segue-se Mr. Super Chikan. De seu nome James Louis Johnson, que vem do berço dos Blues (Mississippi). Termina assim, mais um Coimbra em Blues, com o senhor que diz "I don't just sing the blues, I am the blues".


Organização Direcção Regional da Cultura do Centro e Teatro Académico de Gil Vicente
Produção Teatro Académico de Gil Vicente
Director Artístico Paulo Furtado
Apoio Carhartt
Colaboração Teatro Municipal da Guarda

Publicidade criativa #2


Para quem rói as unhas. Um aviso ou um remédio.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Rewind

Andei hoje, na minha estante, à procura de alguma coisa que me apetecesse ouvir. Ultimamente tenho procurado novos sons, conhecer novas bandas, mas por vezes sinto falta do que eu gostava de ouvir há uns anos. Regressei, então, ao ano de 1996. Ano em que saiu In a bar, under the sea, dos dEUS. Lembro-me que na altura quase devorei este CD. Hoje, confesso, apenas consegui prender-me a algumas músicas.
Conheci os belgas dEUS, através da música Suds & Soda, do seu primeiro álbum, Worst Case Scenario (Universal-Island Records Ltd., 1994). Mas foi com o 2º álbum que me conseguiram convencer.
dEUS, são liderados por Tom Barman (músico e realizador).
De In a bar, under the sea, volto a lembrar Little Arithmetics, com a sua sonoridade melódica e por fim caótica; Theme from Turnpike, fazendo lembrar Morphine (aliás, o álbum contou com a presença de Dana Colley, no tema Supermarketsong). No entanto, gostei de recordar (For the) Roses.
Embora todos os álbuns que conheço de dEUS tenham músicas que ficam no ouvido, como é o caso de Sister Dew (Ideal Crash, 1999), foi através de In a bar, under the sea que aprendi a ouvir e a gostar da sua sonoridade.

Agora... escutem.
free music


(For the) Roses
Rose said quote: "it's time to make a mess"
Time won't be soon mine in time I guess
She's painting on my back a beautiful flowerpot
And she treats me she treats me she treats me like her local god

Rose said quote: "it's time to make a mess"
This one's yours and yours is self obsessed
She's painting on my back a green tom, the Beefheart one
And she cuddles and she coos and she cuts the bullshit I confessed

She said: "Don't look my way
What can I possibly say
I've never seen you before today
I'm just the one that makes you think of the one
that makes you feel like you're the one."

But thank you for the roses for the roses
So thank you for the roses for the roses
Thank you for the roses for the roses (2 times)

Rose said quote: "it's time to make a mess"
remind me what it is that I do best
She's painting on my back some beautiful something sweet
And she treats me, she treats me, she beats me

Rose said quote: "my time has come at last"
Ugly things through my mind they have passed
She's scratching on my back 'if this boy believes me'
She leaves me, deceives me and takes those flowers just to
please me...

Rose don't mind where she been
She been blind
She been mine
all this time
She been kind
She been blind
She says: "Thank you for the roses for the roses."

Just to thank you for the roses for the roses (5 times)

Just to thank you

(letra daqui)
(ver vídeo)


domingo, 9 de março de 2008

In-Culto

Nasceu in-culto, mas o que não lhe falta é cultura.
in-culto é o ponto de encontro de "órgãos de comunicação cultural independente nacional". É assim que se define.
São já 12, os in-cultos que se uniram nesta causa. Podemos agora seguir de mais de perto blogues/sites como A Trompa, Audiência Zero, Rodobalho, Rascunho, bastando, para isso, subscrever a feed rss comum.
in-culto alimenta-se das feeds dos in-cultos a ele agregados e que são a base do seu conteúdo.
Com um design limpo, simples e funcional, o in-culto é um site de fácil consulta. Tem como principal objectivo, fazer a "divulgação de iniciativas artísticas, culturais e de entretenimento".
Para já, está lançada a pedra-basilar. Na calha está também o I Encontro de Informação Cultural Independente.
São projectos como este, que dão mais visibilidade à divulgação cultural do nosso país. Esta é uma óptima oportunidade de conhecer novos projectos e de nos mantermos informados culturalmente.

Mais aqui.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Som do momento

Passaram-me agora pelos ouvidos, através dos headphones e lembrei-me... Parece que podemos contar com eles, no Paredes de Coura do próximo Verão...
Este ano, de 2008, está a revelar-se profícuo em concertos que me aguçam a curiosidade...

(som do momento...)

Thievery Corporation
Heaven's gonna burn your eyes
The Richest Man in Babylon, 2002

A complexidade das coisas simples

Não que estas palavras possam de alguma forma magoar, por tão bem se encaixarem na minha vida... Certo é, que assim senti não faz muito tempo e que este mesmo tempo teima ainda em trazer à tona sempre que a fragilidade me invade. Aguardemos tempos em que não haja mais ausência, senão a de dor.



Ausência

por Nuno Júdice

«Quero dizer-te uma coisa simples: a tua ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma; mas que não deixa, por isso, de deixar alguns sinais - um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes tivessem roubado o tacto. São estas as formas do amor, podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples também podem ser complicadas, quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade. Porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a realidade aproxima-me de ti, agora que os dias correm mais depressa, e as palavras ficam presas numa refracção de instantes, quando a tua voz me chama de dentro de mim - e me faz responder-te uma coisa simples, como dizer que a tua ausência me dói.»

in Pedro Lembrando Inês

quarta-feira, 5 de março de 2008

Curiosa para...

ver...

(talvez já hoje)

ouvir...

(assim que arranjar)

ler...

(à espera de terminar o "cemitério de pianos")

ver ao vivo...

(talvez no Rock in Rio 2008)

terça-feira, 4 de março de 2008

AHNTENNA by Nesfasto

Criativo, sóbrio, solitário. Nefasto.



"Este trabalho desafia a dificuldade da procura constante de um sentido para a vida (...)" in ESEC-TV blog

O colectivo identifica-o como "Quando o homem absurdo contempla o seu tormento, faz calar todos os ídolos" - Albert Camus

Produção
Bruno Aragão, Ed Nunes, Mário Dinis & Pedro Vaz
Licenciatura em Comunicação e Design Multimédia
cadeira de Produção de Imagem Videográfica (2º ano)
Escola Superior de Educação de Coimbra

segunda-feira, 3 de março de 2008

Sons de Juno

Fiquei presa no excelente genérico do filme Juno... :)

"If you were the floor, I'd wanna be the rug
And if you were a kiss, I know I'd be a hug"




If I was a flower growing wild and free
All I'd want is you to be my sweet honey bee.
And if I was a tree growing tall and greeen
All I'd want is you to shade me and be my leaves

If I was a flower growing wild and free
All I'd want is you to be my sweet honey bee.
And if I was a tree growing tall and greeen
All I'd want is you to shade me and be my leaves

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were a river in the mountains tall,
The rumble of your water would be my call.
If you were the winter, I know I'd be the snow
Just as long as you were with me when the cold winds blow

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were a wink, I'd be a nod
If you were a seed, well I'd be a pod.
If you were the floor, I'd wanna be the rug
And if you were a kiss, I know I'd be a hug

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were the wood, I'd be the fire.
If you were the love, I'd be the desire.
If you were a castle, I'd be your moat,
And if you were an ocean, I'd learn to float.

All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea.

If you were a key, I'd be your chain,
And if you were a sink I'd be a drain
If you were the window I'd be your shutter,
And if you were the cow, I'd be your udder
If you were the chalk I'D be your dust,
And if you were the bread, well I'd be a crust
If you were a candle I'd be your wick,
And if you were a doctor, I'd be SICK!

(letra daqui)

Música, letra e voz: Barry Louis Polisar
in Juno OST

domingo, 2 de março de 2008

Rewind

Por vezes sabe bem regressar a sons antigos. É o caso de Felt Mountain, dos Goldfrapp (Mute Records, 2000).
Este duo, constituído por Alison Goldfrapp e Will Gregory, formou-se em 1999, em Londres. Após Alison ter iniciado a sua carreira musical, no início dos anos '90, com os Orbital e com Tricky, deu a conhecer a Will Gregory a que seria a primeira versão de Human. Houve empatia e a experiência de trabalho em conjunto levou a que Alison e Will se juntassem e formassem os Goldfrapp, em 1999.
Todas as letras de Felt Mountain foram escritas por Alison , inspirada pelo universo cinematográfico e pela sua vivência na juventude.
A sonoridade deste álbum diferente do todos os outros, foi o que mais me cativou. A voz de Alison transporta facilmente para um mundo imaginário, como em Oompa Radar, onde facilmente se consegue imaginar um ambiente circense.

É difícil identificar, em Felt Mountain, a melhor música... No entanto, a que mais facilmente me fica nos lábios é Paper Bag.
Agora... escutem.

free music




Paper Bag

No time to fuck, but you like the rush
Where would we be without sums
Deals we make

Brown paper bag, makes for a hat
When it rains on your head mate
Cheers for that

When the world stops for snow
When you laugh I'm inside
Your mouth

Sucking the sun
Baboons and birds
With the weight of you dear
I forgot

Brown paper bag, makes for a hat
When it rains on your head mate
Cheers for that

When the world stops for snow
When you laugh I'm inside
Your mouth

Oh just go dear
Feels a tear

When you laugh I'm inside
Your mouth

(letra daqui)
(ver vídeo aqui)

sábado, 1 de março de 2008

Feira do Disco e do Vinil

Montada na Praça da República, em Coimbra, entre os dias 1 e 4 de Março de 2008, a habitual tenda vai receber a VI Feira do Disco e do Vinil. Milhares de exemplares de CD, Vinil e DVD, de estilos musicais tão variados como a música clássica, jazz, country, blues, punk, étnica, etc... estarão à espera de milhares de visitantes.
Esta é uma óptima oportunidade para todos os melómanos encontrarem edições limitadas e raridades de todos os géneros musicais.
É também costume encontrar-se todo o tipo de merchandising, como t-shirts, pins e livros, de um sem-número de bandas nacionais e internacionais.
Em Abril podemos contar com a Feira do Livro e em Maio com a Feira de Artesanato de Coimbra, sempre na conhecida tenda que durante meses dinamiza a Praça da República.


Organização
Câmara Municipal de Coimbra
Horário
Sáb, Dom e 2ª Feira: 11h00-23h00
3ª Feira: 11h00-20h00
[Acesso gratuito]

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

som do momento

Não que seja grande fã de 30 Seconds to Mars, mas tive curiosidade em conhecer o trabalho da banda, após ouvir com alguma frequência o que se pode considerar o single de estreia, From Yesterday (pelo menos para Portugal, pois eles já andam por aí desde 1998). De facto esta música tem algo que cativa e tem um vídeo bastante interessante.

No entanto, houve algo mais que me cativou... a versão, bem interpretada (embora muito colada ao original) de Hunter, de Björk.
Agora... escutem.

a versão
free music


o original
free music


as palavras
Hunter
if travel is searching
and home has been found

i'm not stopping

i'm going hunting
i'm the hunter
i'll bring back the goods
but i don't know when

thought that i could organise freedom
how scandinavian of me
you sussed it out, didn't you?

you could smell it
so you left me on my own
to complete the mission
now i'm leaving it all behind

i'm going hunting
i'm the hunter...

(letra daqui)

Não será, então, difícil imaginar Hunter a ser cantado a duas vozes, entre Björk e Jared Leto...
(boa noite*)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

som do momento...

Não escondo a minha admiração pelos Radiohead. E é também certo, que a maioria das fases da minha vida (boas ou más), tem insistentemente uma música de Radiohead, como som de fundo.
In Rainbows é um álbum para se saborear. Um álbum para se ir descobrindo aos poucos, sem pressas. De cada vez que o ouço, de tempos a tempos, encontro algo que me prende. Mas sem dúvida que uma das melhores músicas de In Rainbows é a Weird Fishes/Arpeggi. Arriscaria até a colocá-la na lista das melhores músicas de Radiohead.
Para que a vossa (e a minha) noite, seja calma... deixo-vos este momento.
Agora... escutem.

The video (unofficial?)


The words


In the deepest ocean
The bottom of the sea
Your eyes
They turn me
Why should I stay here?
Why should I stay?

I'd be crazy not to follow
Follow where you lead
Your eyes
They turn me

Turn me on to phantoms
I follow to the edge of the earth
And fall off
Everybody leaves
If they get the chance
And this is my chance

I get eaten by the worms
Weird fishes
Get picked over by the worms
Weird fishes
Weird fishes
Weird fishes

I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape

I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape

(letra daqui)


(boa noite*)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Juno

Terminei agora mesmo de ver Juno, comédia romântica óptima. Ellen Page, canadiana, que acabou de completar 21 anos (n. 21 Fevereiro de 1987) é a esplêndida Juno. Adolescente de 16 anos que acaba de engravidar, acidentalmente, do suposto namorado. Não estando preparada para enfrentar nem o aborto e muito menos a maternidade, decide dar o seu filho para adopção. Encontra o que pensa ser o casal perfeito... E mais não conto. Aconselho vivamente todos os românticos com sentido de humor, a verem este filme.
Com uma banda sonora que se enquadra perfeitamente no espírito rebelde que Juno transmite... este filme tem grandes possibilidades de ganhar um ou mais dos 4 Óscares para que está nomeado.

As Nomeações
Melhor Filme, de Jason Reitman
Melhor Realização -(Jason Reitman)
Melhor Actriz Principal (Ellen Page)
Melhor Argumento Original (Diablo Cody)

O Trailer



Realização: Jason Reitman
Elenco: Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman
Nacionalidade: EUA, 2007

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Aos meus amigos...

... para quando já não tiverem paciência para me aturar.

Avaliação de personalidade

São estas as palavras que me definem.. Algumas verdadeiras, outras nem tanto, mas a análise julgo que não foge muito à realidade. Cabe a quem me conhece, e que lida comigo frequentemente, avaliar a veracidade e fiabilidade deste (tipo de) teste.
Uma palavra falta aqui, que justifica o facto de me dar ao trabalho de responder a estas coisas... Supersticiosa!

trait snapshot:
craves attention, messy, open, rash, irritable, likes large parties, low self control, weird, fragile, does not like to be alone, emotionally sensitive, worrying, depressed, heart over mind, does not respect authority, dependent, not rule conscious, not good at saving money, more interested in relationships than intellectual pursuits, likes to fit in, very social, frequently second guesses self, phobic, suspicious, not careful, outgoing, vain, compassionate, aggressive, likes to make fun, hates to lose


Advanced Global Personality Test Results
Extraversion |||||||||||||||| 63%
Stability |||||||||| 36%
Orderliness |||||||||| 40%
Accommodation |||||||||||||| 56%
Interdependence |||||||||||||||| 70%
Intellectual |||||||||||| 50%
Mystical |||||||||||||||| 63%
Artistic |||||||||||||| 56%
Religious || 10%
Hedonism |||||||||||||| 56%
Materialism |||||||||||| 50%
Narcissism |||||||||||||| 56%
Adventurousness |||||||||||||| 56%
Work ethic |||||||||||||||| 70%
Self absorbed |||||||||||| 43%
Conflict seeking |||||||||||| 43%
Need to dominate |||||||||||||| 56%
Romantic |||||||||||||||||||| 83%
Avoidant || 10%
Anti-authority |||||||||||||||| 63%
Wealth |||||||||||||| 56%
Dependency |||||||||||| 50%
Change averse |||||| 30%
Cautiousness |||||||||||||| 56%
Individuality |||||||||||||||||| 76%
Sexuality |||||||||||||||| 70%
Peter pan complex |||||||||||| 43%
Physical security |||||||||||||| 56%
Physical Fitness |||||||||||||| 57%
Histrionic |||||||||||||||||| 76%
Paranoia |||||||||||| 50%
Vanity |||||||||| 36%
Hypersensitivity |||||||||||||||||| 76%
Indie |||||||||||||||| 65%
Take Free Advanced Global Personality Test
personality test by similarminds.com

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Os sons da minha noite

A acompanhar-me, nesta noite, nos meus headphones (on shuffled mode...)

30 seconds to mars - Hunter
Björk - Pagan Poetry
Tool - Stinkfist
Tool - Vicarious
Pearl Jam - Better Man
PJ Harvey - A perfect day Elise
Nine Inch Nails - With Teeth
Radiohead - Weird Fishes/Arpeggi
Tool - Lateralus
Nine Inch Nails - Right where it belongs
Interpol - Pioneer to the falls
Radiohead - Street spirit (Fade out)
Björk - The anchor song
Nine Inch Nails - The fragile
Tool - Schism
Radiohead - The Trickster
Björk - Jóga


(Fade out... to bed)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Humor cão


Cyanide & Happiness @ Explosm.net

Acordada...

... o tempo custa a passar.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Um Mundo Catita

As Produções Banana, estão a divulgar a mini-série de ficção (em 6 episódios) Um Mundo Catita, de produção independente, que resulta da colaboração entre a Indivídeos (recente produtora sediada no Porto) e a já conhecida O Pato Profissional, Lda (de Lisboa).
Trata-se de uma viagem ao imaginário de Manuel João Vieira, e em que dificilmente o comum dos mortais consegue distinguir entre a ficção e a realidade. "É uma série feita com muito coração e dedicação. É uma história de amor verdadeiro, redenção e músicos desempregados", "uma comédia de costumes, um conto de natal e um épico romance".

Com um cheirinho de ambiente Maxime, esta série tem argumento e realização de Filipe Melo (da O Pato Profissional) e João Leitão (da Indivídeos).

Este é o trailer da série que aguardo com curiosidade. Mais info aqui (site oficial da série).



De tanto em tanto tempo surge uma série tão especial que mudará para sempre a história da televisão.
Esta não é uma delas.

Pensamento


If you wake up at a different time in a different place, could you wake up as a different person? (Narrador de Fight Club)

Wish it could be true...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Sentimento "descartiano"

Eu , logo... dói.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Do sono (ou a falta dele)

As 3/4 fases do sono

Fase 1
Libertação de melatonina (hormona responsável pelos ritmos actividade/repouso), que induz a sonolência

Fase 2
Diminuição do ritmo cardíaco e respiratório (sono leve); relaxamento dos músculos e baixa da temperatura corporal

Fase 3 e 4
Pico de libertação da somatotrofina, hormona do crescimento (HGH-Human Growth Hormone) e de leptina (que regula o apetite). O cortisol (corticosteróide envolvido na resposta ao stress) começa a ser libertado (sono profundo), atingindo o seu pico, no início da manhã.

Sono REM
do inglês Rapid Eye Movement, caracteriza o pico da actividade cerebral. E a altura dos sonhos. Curiosamente é o período de maior relaxamento dos músculos. Aumento das frequências cardíaca e respiratória.

(+info aqui)



Agora, resta-me saber... em qual destas partes o meu sono falha... :\
Resta-me um cházinho de camomila, para ajudar a dormir...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Quando o sono teima em não vir...


... fica-se para aqui a pasmar...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Grammys 2008

Esta senhora, Amy Winehouse, conhecida pela sua vida atribulada e de sucessivas "visitas" a clínicas de reabilitação, foi a grande vencedora da edição deste ano dos Grammys (mais importante prémio da indústria discográfica). Amy recebeu 5 dos 6 prémios para que estava nomeada. Os prémios que recebeu foram
Artista Revelação
Melhor Canção, com Rehab
Melhor Performance Pop Vocal Feminina
Back to Black foi considerado o Melhor Álbum Pop do Ano e
Melhor Gravação do Ano

Amy Winehouse, inglesa com 24 anos, que cresceu no seio de uma família judaica, com tradição musical, na área do jazz, é detentora de uma voz imponente com alma... demonstrando o seu percurso. Desde cedo começou a cantar profissionalmente. Aos 16 anos já acompanhava uma amiga, cantora de soul. Em 2003 lançou o seu álbum de estreia "Frank" (ainda à espera de ouvir). No entanto, Rehab, numa clara menção à sua constante necessidade de rehabilitation, tornou-se no seu mais importante trabalho sendo também o mais vendido (cerca de 15 mil cópias, só em Portugal).

Devido ao facto de se encontrar, em Londres (onde vive), em reclusão numa clínica de reabilitação e desintoxicação, o governo americano não lhe concedeu o visto, para poder participar na cerimónia de entrega dos Grammys, em Los Angeles. A organização conseguiu, no entanto, que Amy actuasse, em directo via satélite, a partir de Londres.

Em homenagem à grande vencedora e lutadora Amy Winehouse, fica aqui o vídeo da sua actuação nos Grammys...



(vídeo daqui)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Gosto destes dias, que amanhecem com uma brisa quente...


Foto de Carlos Fonseca (in Olhares.com)

Pensamento

Todos temos um caminho a percorrer. O meu, por vezes, parece-me demasiado longo e tortuoso.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Por estes dias...

... fecho-me no meu casulo.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Momentos 2007 #1

Porque a memória vive de bons momentos...

25 Janeiro 2007
No dia 2 de Janeiro de 2007, teve início uma nova fase na minha vida (e na vida da minha irmã). Fizemos a mudança para a "nossa nova casa". Vivíamos há algum tempo (que por vezes me parecia demasiado...) com o nosso avô mas, por diversas razões, achámos que já eram horas de soltar as amarras, e gritar pela nossa independência.
A ânsia de ter um espaço só meu já durava há muito e, em finais do ano de 2006, isso tornou-se possível.

Para dar início a esta nova fase, juntei alguns dos principais amigos do coração e fizemos a inauguração do nosso cantinho, no dia 25 de Janeiro.
Infelizmente, não há registos fotográficos, mas há o simbolismo que ficou e permanecerá ligado a esta fase...



Amigos, espero poder continuar a contar convosco nos bons momentos da minha vida... :)

sábado, 26 de janeiro de 2008

Pensamento

Porque é que, tão facilmente, nos esquecemos de fazer felizes os outros?
Este mundo anda demasiado ocupado em sobreviver... nem se lembra que a felicidade está nas pequenas coisas.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Hoje...

é noite de teatro...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Este post é dedicado à minha grande amiga Dulce, que acabou de ser mãe...



Mater

E fez-se luz quando tu deste à luz
No filho lindo a luzir em teus braços
Ao neles reconheceres teus traços
Nesses teus braços que o amparam nus.

Esta tua vida ganha outro sentido
Em tudo aquilo que até aqui se fez
Foram nove meses de gravidez
De duas vidas só, num destino unido.

E tu assim és mãe linda agora
És mulher tão completa e realizada
No sentido de um amor mais profundo.

Ao escutar feliz teu filho que chora
Sabes agora não te faltar nada
Porque trouxeste vida a este mundo.

João Natal (in Poetry Café)

Imagem de Gustav Klim
Ages of Woman (Mother and Child)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Os sons dos meus dias

Durante a tarde nos meus headphones...

Radiohead - In Rainbows
Interpol - Our Love To Admire
Thom Yorke - The Eraser

que ficou preso ao ouvido...
Radiohead - Jigsaw Falling Into Place
Radiohead - Weird Fishes/Arpeggi
Thom Yorke - Harrowdown Hill
Thom Yorke - Black Swan
Interpol - Pioneer To The Falls
Interpol - No I In Threesome

sábado, 12 de janeiro de 2008

Rebelde e independente.

Emily, uma miúda de 15 anos e longos cabelos lisos e pretos, veste-se de um vestido preto, meias pretas e uns, demasiado grandes, sapatos brancos estilo Mary Jane.

Dona de uma personalidade forte e mau feitio, Emily, The Strange é a menina que tantas gostariam de ser, se ela não fosse apenas... um desenho.
Conheci a personagem, talvez pelo seu lado mais mediático - o merchandising. No entanto, o seu lado mais negro, fez com que pesquisasse mais sobre a figura. Antes de se tornar uma vedeta do mundo da moda, Emily nasceu e cresceu como heroína de BD.

Criada por Rob Reger, skater (do grupo Cosmic Debris*), em 1992, Emily cativou o mundo com a sua atitude gótica. Segundo os seus "pais", Emily é bastante influenciada pela música que ouve (White Stripes, Frank Zappa, Bauhaus e Sex Pistols, entre outras bandas), acrescentando um pouco mais de mistério à sua visão já negra da sociedade.
Emily está sempre acompanhada pelos seus 4 gatos pretos, todos com personalidades bem marcadas (tal como a sua dona). NeeChee, de riscas brancas na cauda; Mystery, é a gata, líder do grupo, tem uma estrela no olho direito (é a que está mais ligada a Emily); Sabbath, que possui uma cicatriz na orelha direita e Miles, o mais criativo de todos, tem uma cruz branca no olho direito.
A história de Emily foi posta a descoberto em diversas publicações... Emily the Strange (2001), Emily's Secret Book of Strange (2003), Emily's Good Nightmares (2004) e Emily's Seeing is Deceiving (2006).

Quem quiser conhecer o "strange world" de Emily, The Strange... é só tentar fazer-lhe uma visita na sua casa... Só não se promete que sejam bem recebidos! :P


* Curiosidade. Cosmic Debris signfica "poeira cósmica" (não podia deixar escapar a curiosidade... ou não fosse eu uma geóloga!!)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Radiohead: P2P e as vendas de edições físicas

Os Radiohead, banda que admiro, estão de parabéns.
Contra todas as expectativas, e contra tudo que tem sido escrito e dito acerca dos programas de partilha de ficheiros na internet (P2P e outros), os Radiohead atingem o 1º lugar no top britânico, na 1ª semana de vendas da edição física do último álbum In Rainbows, após este ter sido disponibilizado há cerca de 3 meses, na internet.

in Público online, 09/01/2008
Radiohead no 1.º lugar do top com CD oferecido na net
(...)
Em Outubro, numa operação nunca vista para um grupo da sua envergadura, os Radiohead colocaram gratuitamente o disco na Rede, sem qualquer estrutura editorial por trás. Ficava ao critério do consumidor a quantia a pagar pela música. Nos primeiros dias, um milhão de descarregamentos foram efectuados. A maior parte dos consumidores pagou pela música, mas muitos não.
(...)
Durante as últimas semanas, especulou-se se a edição física não iria constituir um fracasso de vendas, tendo em atenção que os admiradores do grupo já teriam adquirido a música na Internet.

Afinal, a acreditar nos resultados da primeira semana de lançamento, parece que não. Os Radiohead foram a única entrada nova no Top 40 britânico.

(Fim de refência)

Aqui está a prova, contra tudo e todos, de que quando se gosta de um álbum, não importa o dinheiro. Nada paga o prazer ser detentor de um original, quando se é fã de uma banda.
Não sou fundamentalista neste assunto. O meu conhecimento musical cresceu, como resultado da facilidade em adquirir música, através destes programas de partilha. A curiosidade levou-me, muitas vezes, a pesquisar e a "descarregar" os ficheiros. Em alguns casos desiludi-me, é certo... (acabando por decidir não adquirir) mas houve vezes em que, por ter gostado, acabei por comprar o original.

Se assim não fosse, eu não era nem mais nem menos feliz... apenas menos informada musicalmente.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

"Romance em Amesterdão"

Finalmente, consegui terminar de ler "Romance em Amesterdão". Passaram já alguns dias desde que o terminei. No entanto, vá-se lá entender porquê, antes de começar a ler outro livro ou de escrever sobre o que acabei de ler... tenho de primeiro digerir as palavras.
Já passaram alguns dias e já comecei outro livro. Julgo ser, agora, um bom momento para descrever o que li e senti com este livro.

Já há muito que tinha curiosidade de ler Tiago Rebelo. Gosto dos títulos das suas obras, gosto das capas dos seus livros (da editorial presença). E agora, passei a gostar também da sua escrita, das suas histórias.
De leitura fácil, leve... leva-nos a imaginar todos os pormenores da vivência das personagens principais.

Mariana, jovem advogada, a meros 15 dias do seu casamento com Ricardo (seu cliente), decide ir a Amesterdão, conhecer o café onde se passa a história do livro que anda a ler e onde acaba por conhecer Zé Pedro, empregado de mesa do café e... autor do livro.
Conheceram-se e, em poucos dias, cresceu a paixão entre eles. Mariana regressa a Portugal cheia de dúvidas... 15 anos depois, no meio da multidão no metro, em Lisboa (para onde Zé Pedro regressou também), deu-se o reencontro das duas vidas e de todas as lembranças do amor que viveram há 15 anos.
O resto, o que aconteceu... as voltas que as vidas de ambos deram, terá de descobrir quem lê o livro. Tal como não gosto que me contem as histórias dos filmes... também não gosto de desvendar todos os segredos do que leio.
Este livro, um romance, na verdadeira acepção da palavra, é um hino ao amor platónico. Belo. Triste. Verdadeiro.

Aconselho a leitura deste livro e a descoberta de Tiago Rebelo.

Na mesa de cabeceira... Cemitério de Pianos, de José Luís Peixoto.

domingo, 30 de dezembro de 2007

2007

Não queria terminar o ano de 2007, sem deixar algumas palavras neste cantinho. Este blog nasceu com um sentimento, muito forte, de que seria um novo rumo a tomar, na minha forma de encarar a vida e o que nela ía acontecendo... daí o nome.
No fundo tratava-se de algo onde eu poderia expressar o que sinto cá dentro. Infelizmente, nem tudo o que sentimos, são coisas boas... embora todas elas (as coisas boas e as coisas más), sejam os ensinamentos mais eficazes que cada um retira da vida.
Este ano foi, para mim, um ano de descoberta de novos sentimentos. Descobri em mim sentimentos de tolerância e compreensão... O meu ego, voltou a ter força suficiente para encarar a minha vida de outra forma.
O ano não posso dizer que esteja a acabar mal... embora esteja a ser difícil. Mas, fazendo as contas do que ganhei e do que perdi... sem dúvida que o que ganhei supera, em muito, o que perdi... e mais ainda, se conseguir entender os acontecimentos, não como uma perda, mas sim como uma outra forma de aproveitar o que ficou. Julgo que, no fundo, consigo retirar todos os bons momentos que me fizeram feliz e que me fizeram crescer como pessoa...
Afinal de contas, o ano de 2007, teve um saldo bastante positivo. Foram tantas as mudanças positivas na minha vida que, ao chegar aqui, posso dizer que as coisas más, já esqueci (ou estou a tentar esquecer)...
A mudança mais importante, foi, sem dúvida, o ter arranjado um canto para morar. O desejo de independência já era antigo e, finalmente, no início de 2007, tive oportunidade de o concretizar.
Depois vieram as amizades que se consolidaram, os jantares, os convívios... mais amizades, mais copos e mais convívios... Com eles vieram a descoberta de sentimentos (bons, profundos e sinceros), os pequenos momentos, os bons momentos que trouxeram a calma e a segurança... as novas e agradáveis experiências, que fizeram esquecer os maus momentos de anos anteriores... Não vou esquecer Paredes de Coura, que foi, talvez, onde experimentei alguns dos mais importantes e mais belos momentos de 2007 e, talvez até, da minha vida...
Embora o ano não esteja a terminar da forma que desejava... são estes momentos que vou tentar lembrar às 24h de amanhã.

Desejos?
deixo que eles apareçam ao longo do ano...
Um brinde...
aos bons momentos e àquela pessoa que conseguiu fazer com que todos eles fossem momentos especiais...
aos amigos e às boas companhias...
à Felicidade de todos!

Que o ano de 2008, comece com muitos amigos, sorrisos, abraços e boas recordações... que, no fundo, é o suficiente para que todos sejamos felizes.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Natal diferente

O natal pelas mãos dos surdos...



... em Língua Gestual Portuguesa.

Participantes: Hélder Duarte, Amílcar Furtado, Susana Amaral, Lurdes Gonçalves e Roberto Silva (Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra).
Vídeo pela esec-tv.